ELA SIM!
SIM, estão abertas as inscrições para o BBB 11, e de santos e loucos o BBB não tem poucos, tem muitos (risos).
Também pudera...ninguém para diante de uma televisão pra assistir dicas de boas maneiras e de como conviver em sociedade.
O povo quer baixaria, choradeira, agarração, edredon e muito mais.

Querendo ou não é uma total invasão...são milhares de pessoas sabendo que tu tem um bom caráter; uma má reputação; que tu faz de conta; que tu é manipulador e manipulado...
Não saberia explicitar, ao certo, o que eu faria para conseguir entrar na casa mais cobiçada da televisão.
Seria eu mesma ou omitiria alguns defeitos/qualidades?!
Talvez fosse mais ousada ou abrisse minha vergonha (desacreditada por muitos) para que as pessoas que duvidam percebessem que, por trás da minha personagem forte, se esconde uma manteiga light bem derretidinha...
Sensacionalismo nada barato que faz com que milhões de mentes curiosas se deleitem com as mais pitorescas situações, festas, provas...
Prova de resistência é o que precisamos pra aturar esse tipo de programação.
É a famosa (in)utilidade pública, mas, confesso, que prefiro assistir ao Pedro Bial do que as propagandas partidárias (tem cada figura).
Tive uma ideia!!!
Que tal confinar os candidatos em uma casa, fazendo com que eles vivam/sobrevivam em seus próprios limites?
A rede Globo bateria todos os recordes de audiência.
Quer mais baixaria que propaganda política?
ELE NÃO!
NÃO tenho uma opinião linear sobre o tema Big Brother Brasil.
Sei que é mais fácil sair apedrejando, pois nós como pretensos intelectuais da blogosfera temos que primar pelo o conteúdo e não pela aparência. Não fica nem bem pra nossa imagem essa ênfase ao BBB.
Conceitos a parte, infundados, ou não, eu tenho SIM uma certa curiosidade sobre essa experiência com seres-humanos. Gosto de ver como os indivíduos reagem as mais adversas situações em que são submetidos. Ver como certas paranóias sempre se desenvolvem de onde menos se espera. Gosto de ver, mesmo que isso também me incomode, até que ponto as pessoas são capazes de ir, por cima de que são capazes de passar.
Acredito na máxima que diz que “pode-se enganar muita gente por pouco tempo, pode-se enganar pouca gente por muito tempo, mas não se pode enganar todo mundo o tempo todo” – e é mais ou menos isso que me fascina.

Geralmente não me identifico com ninguém, [aliviado - mode ON] ufa! Se algum ganha minha simpatia, é certo que sairá em breve da casa. Se algum ganha meu asco, certamente esse será o grande vencedor. Em geral essa dicotomia me deixa tranqüilo, me sinto menos manipulado pela força motriz da mídia e da persuasiva edição.
A verdade é que ser um BBB abre infinitas possibilidades na vida da pessoa, claro, se a intenção for permanecer no ramo artístico, e um impulso desse não é desprezível. O programa, no entanto é como uma catapulta, lança com força as pessoas ao estrelato, mas caso essa pessoa não atinja a orbita, a queda é imperiosa. O estigma de ser um ex-BBB é pesado, quase ultrajante, um adjetivo definitivamente pejorativo.
Já pensei vagamente em um dia me inscrever e declinei (meu senso de realidade é rápido). Não sei se sou tão pirotécnico a ponto de me atirar nessa fogueira das vaidades, ou não sou tão corajoso a esse ponto!
Amadureço a idéia de jogar a Carol (companheira do BLOG) nessa jornada! Acredito que ela tenha todos os atributos necessários para tanto. Claro, meu apoio vai custar no mínimo 5% do premio auferido!! [avareza – mode ON]2.
Até a próxima!!