segunda-feira, 22 de novembro de 2010

TUNTZ TUNTZ ... VOCÊ TAMBÉM CURTE UMA RAVE?

SIM, seria totalmente inevitável deixar passar batido um post sobre uma das minhas mais recentes paixões. Faz um ano que eu comecei a freqüentar o frenético mundo das raves e como dizem os ditados: “A primeira vez a gente nunca esquece’ e “Amor de rave, fica”.

Este último final de semana embarquei pra famosa Playground. Rave que mistura o frisson da música eletrônica com a adrenalina dos parques de diversões.

Horas na fila para conseguir entrar no mega evento e sentir de perto toda a emoção que essa vibe transmite. O mágico mundo do ‘tuntz tuntz’, lá a emoção está sempre a flor da pele, tudo é mais intenso, mais vivo, mais contagiante. 

Mesmo que teu corpo já não agüente mais ficar 10,12h pulando, os teus pés te levam pra outra dimensão. É a batida da caixa que te embala...Os pés acompanham o ritmo do coração...As mãos suam, as pernas impulsionam e é inevitável a entrega.

Tive o prazer de encarar um brinquedo que eu fugia quando freqüentava os parques de diversões: o temido Evolution. O brinquedo meio que te teletransporta pra tão alto e pra tão longe que eu pensei que estava dentro do palco, com os DJ’s, mas tendo uma vista mega panorâmica, do alto. - Quem me acompanhou nessa adrenalina tem cadeira cativa no meu coração.

A festa ainda contava com o Kamikase, Crazy Dance e o implacável Bung Jump, mas esses eu mantive uma certa distância e pura falta de coragem (risos).

A mídia sensacionalista tenta a todo custo passar uma péssima imagem das festas de música eletrônica. Não vou ser hipócrita dizendo que nada acontece nesse tipo de festa, que tudo o que a televisão explicitou, sobre o uso exagerado e cada vez mais contínuo de drogas, não existe. Drogas entram, sim. Não se sabe de qual maneira, pois a revista é rigorosa, mas entra todo o tipo de entorpecente que se pode imaginar.

Mas tem pessoas, em sua maioria, que vai pra curtir a música, pra confraternizar momentos de euforia com os amigos, querem cantar, vibrar com cada troca de DJ’s, sentir o coração bater no ritmo do som. Eu sou uma que viciei demais em música eletrônica e, confesso que antes tinha preconceito em ficar ouvindo a mesma coisa a noite toda, mas me encantei com a energia; com os malabares; com os tipos mais variados de rebolation

Fora que o mar de gente bonita que tu encontra nesse tipo de ambiente é surreal. Pessoas unidas pela música e pela vontade de ser feliz. Nas raves o uso de bebida alcoólica é tão pouco que dificilmente encontra-se um bêbado lacaio querendo fazer tumulto e brigar. Lá só tem alegria, as pessoas mal se conhecem e trocam abraços de puro carinho.

A amizade aflora. A alegria impera. Abaixo a discriminação das raves.

Indico esse site para quem quer entender um pouco mais desse mundo: AQUI!
NÃO sou contra as raves, nem nada parecido com isso.

Na verdade eu nunca fui numa rave de verdade, quando muito numas pseudo-festas eletrônicas. Sendo assim, minha modesta opinião sobre o mundo encantado das raves não será muito contributiva.

Eu ia nessa Playground, mas acabei desistindo. Fica para uma próxima minha iniciação.

Apesar de não ser contra as festas eletrônicas, também não vou aqui fingir que não sei que essas festas são SIM movidas a balas e doces, ou traduzindo, a drogas como ecstasy e LSD. Não há como aguentar tanto tempo sem esses artifícios!

Agora vem uma legião de pessoas (ELA SIM! inclusive) dizer que não é bem assim, que não dá para generalizar. E eu? Eu concordo, deve haver uns 5% que são exceção. Então, nem todos são ‘drogaditos’, e os que estão em alfa, ao menos usam a droga do amor.

Também não estou aqui condenando ou apontando o dedo para quem faz uso desses artigos,  muito pelo contrário, quero acender essa discussão de forma profícua! Alias, esse assunto é tão abrangente que foi ‘pinçado’ para um post exclusivo. Ai discorreremos em mais profundidade sobre os entorpecentes!

Pra quem não ia falar muito, acabei falando demais!

Abraço e até a próxima semana!!

7 comentários:

Tiburciana disse...

Concordo mais com o Jonhy desta vez
bjos

Anônimo disse...

Não sou frequentadora de haves, porém, a que eu fui não aguentei nem 5 horas!!! É quase impossível ficar tantas horas num ritmo frenético sem o auxílio das drogas sintéticas... e quanto a isso, sou radicalmente contra!
gosto mesmo é o malemolejo hehehehe
Bjs, Fer

Anônimo disse...

deixa eu falar então...
nem todo mundo usa bala ou doce em rave, assim como nem todo mundo fuma maconha em reggae !!!
já usei muita porcaria na minha vida, mas não uso mais !!! também não estou dizendo que nunca mais usarei...sou a favor das drogas sim, sabendo usar é diversão certa !! mas tem gente que não sabe brincar, se passam na dose por estarem numa situação difícil(psicologicamente falando), por querer se "amostrar"(como diria uma tia minha)e etc...os fatores são muitos e ae ela domina mesmo !! então...
se for beber, beba pouco
se for fumar, não fume brita
se for te drogar, seja cauteloso e sábio....pode parecer engraçado mas é sério !!!
acabei puxando o assunto pro lado das drogas né...me sinto mas confortável pra falar sobre !

foi um prazer....
PARABÉNS ANA E JOÃO !!

Alex disse...

Já fui a varias e sobre todas eu mantenho a mesma opinião...
NÂO SOU NEM A FOVAR NEM CONTRA, APENAS NÃO É MEU QUADRADO.
Rave’s é algo que não me inspira nada, nuca consegui entrar nesse ritmo frenético, nem com uso de doce muito menos sem e olha que sou hiperativo....
Nunca fui bom em muita coisa, mas se tem alguma coisa que sou bom é em conversar e nas raves essa possibilidade não existe.
Mas sou adepto a musica eletrônica (na verdade a qualquer barulho) passo o dia escutando.

Vai umas dicas de site pra quem curte:
http://www.di.fm/electro/
http://www.dr.dk/drnetradio/index.dr?evt=k&name=p3#

Carol X. disse...

Não serei hipócrita...nada contra nem a favor dessas festas...mas não são, certamente, a minha "praia"!
Conheço algumas pessoas que gostam, mas eu nem sei bem o que dizer, pois o que monstram na TV me assusta um pouco! Na verdade, pelas minhas experiências "baladeiras", drogas e bebidas existem em tudo o que é lugar, cabe à pessoa fazer sua escolha! Mas eu não conseguiria ficar taaaaaanto tempo pulando numa rave...já não tenho mais o "pique" dos meus 25 aninhos! hahahaha

tcaquines disse...

Já fui a várias, era bem legal! Mas depois começou a ficar sem graça, com vários "zumbis" programados pra dançar 8,9 horas seguidas e a interação diminuiu consideravelmente, ao ponto de você ter que levar sua galera, pra ter com quem interagir.
Aí deixei de ir, prq reunir 5,6 pessoas pra ir pra uma rave não é tão fácil.
Ah, saudade da Fulltronic no DC...

"Carol docE" disse...

Mais uma rave se aproxima (Reunion) e a minha expectativa só aumenta.
Vou curtir uma com a cabeça já programando outra (a de Natal).

Muito viciante.
Se eu usasse drogas, certamente não sentiria o mesmo prazer que sinto quando estou dançando ao ar livre...curtindo DJ's, amigos e toda aquela energia.

Adoooooro
Vamoooo 0/

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