SIM, a morte me assusta. Mesmo que eu ainda não tenha tido desprazer de estar cara a cara com a dita cuja, me assombra a inevitável certeza de que, um dia, eu partirei sem retorno.
Tenho medo de morrer. Tenho é pânico.

Ainda me questiono se há realmente vida após o término dela. Creio que vida é uma só - talvez não para o gatos que tem 7 vidas – e assim não existe outra para seguirmos.
Céu, purgatório, limbo, espaço sideral... tudo isso até pode existir, mas a vida acaba e deu, já era, ‘perdeu playboy’. Por isso, nada de juntarem dinheiro para comprar terreno porque depois da Terra tu só vai habitar é uma cova, isso sim (risos).
Céu, purgatório, limbo, espaço sideral... tudo isso até pode existir, mas a vida acaba e deu, já era, ‘perdeu playboy’. Por isso, nada de juntarem dinheiro para comprar terreno porque depois da Terra tu só vai habitar é uma cova, isso sim (risos).
Uma das coisas que me incomodam, com relação à morte, é ao perder algum ente querido. Dependendo do motivo, nós deveríamos nos sentir bem por saber que a morte veio para aliviar o sofrimento de alguém que já não tinha mais forças pra lutar. A pessoa teve o merecido descanso.
Mas tem mortes trágicas que podem fazer com que desejemos ir junto com a pessoa. A dor da perda e a inconformidade nos faz perder a razão e a começarmos a achar que Deus é injusto. Por que pessoas boas vão embora cedo demais e outras ficam atucanando?!
Costumo dizer pro “ELE NÃO!” que se eu morrer, quero ser cremada e que quero que queimem tudo que é meu também... desde as bolsas, sapatos até os namorados (hahahaha).
Ainda estou presa em algumas questões materiais, por isso se eu vir alguém zanzando com algo que é meu, após minha morte, eu volto pra pegar de volta (hahahahaha)!
Se eu morreria por alguém? - ‘’Morrer de amor ou por amor’’, nunca tive essa intenção. Quem sabe quando eu for mãe eu sinta esse amor incondicional capaz de dar a própria vida em prol da vida de alguém.
Mas até lá... o amor que cuido pra não morrer é o amor próprio.
Se eu morreria por alguém? - ‘’Morrer de amor ou por amor’’, nunca tive essa intenção. Quem sabe quando eu for mãe eu sinta esse amor incondicional capaz de dar a própria vida em prol da vida de alguém.
Mas até lá... o amor que cuido pra não morrer é o amor próprio.
NÃO adianta cismar com essa sina: TODOS VAMOS MORRER! – mas se já nascemos com esse destino, então por que morrer ainda não nos soa mais suave?
Pra falar a verdade, acho que não é morte que nos inquieta, mas sim a forma com que ela vai se apresentar! Mortes repentinas, estúpidas, violentas, degradantes, enfim, o que pesa nessa hora é o jeito com que a coisa pode acontecer...

Nossa intenção ao trazer esse assunto que parece mórbido, foi conversamos sobre o que a MORTE significa em nossas VIDAS e como lidamos com essas perdas que inevitavelmente acontecem. No entanto ao sentar em frente ao computador achei na minha cabeça bem menos respostas que supunha ter.
Eu não sei lidar com a MORTE dos outros, não sei o que sinto, não sei o que digo, não sei como reagir, não sou retilíneo! E isso é mau!
Passei GRANDE parte da minha vida sem perder ninguém e apesar disso ser bom e confortável, acabei não engrossando a casca. Agora, nessa fase da minha vida em que as pessoas próximas começaram a zarpar, me sinto despreparado!
Passei GRANDE parte da minha vida sem perder ninguém e apesar disso ser bom e confortável, acabei não engrossando a casca. Agora, nessa fase da minha vida em que as pessoas próximas começaram a zarpar, me sinto despreparado!
É triste nunca mais ver a pessoa. O “nunca” é sufocante. O espaço deixado é enorme e o conforto dos vivos é mínimo!
Racionalmente é tão reto entender, mas emocionalmente pode ser inviável aceitar!
Ainda bem que estamos vivos para falarmos disso tudo...
Como diria Renato Russo “Viver é foda, morrer é difícil...”
E você? Já viu a morte de perto?
Lida bem com as perdas?
Não se faça de morto e comenta logo ae!!