quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O BOM CLICHÊ – MAS O RIO CONTINUA LINDO!

 
 
SIM, estou de férias e ELE NÃO (que judiaria rsrs). 

Como estas minhas férias foram mais prolongadas, estou, novamente, no Rio de Janeiro e novamente encantada com tudo, não diferente da primeira vez que estive por aqui. 

Pessoas tipicamente brasileiras, hospitaleiras, com seu sotaque encantador e cheias de criatividade. Por onde passo vejo, e revejo, lugares paradisíacos, famosos despreocupados com o assédio dos fãs, praias lotadas, mistura de culturas e de gostos. 

Este ano estou podendo ter uma nova visão do Rio, pois estou fazendo um tour de carro. Isso facilita para que eu possa cruzar por vários locais e conhecê-los mais a fundo. 

A chuva que apareceu só deixou a cidade molhada porque as pessoas seguem frequentando as praias, shoppings...nada muda. Faça chuva ou faça sol o Rio está sempre agitado. 

 Gosto dos funks, da moda praia urbana, da simplicidade das pessoas que moram aqui. As favelas estão no centro das atenções de todos turistas que querem olhar bem de perto o complexo de favelas. Admiram e respeitam. 

Isso, sim, é Brasil. O Rio é a cara lavada do povo brasileiro. Nada, por aqui, está mascarado. A violência existe, o lixo nas ruas, também, mas a alegria dos moradores e as praias compensam. Recomendo Rio de Janeiro, no mínimo, uns 10 dias ao ano. 

NÃO, desta vez ELA SIM está de férias e eu NÃO! E mais uma vez o RIO DE JANEIRO volta a circundar nossos escassos posts! Natural, afinal já elegemos a CIDADE MARAVILHOSA como um possível segundo lar (pode-se ver aqui e aqui). 

Eu estive novamente no RIO no fim do ano passado, e como é previsível, achei graça em tudo! E não adianta eu querer me esmerar em contar o que se passa por lá, afinal essa cidade já foi cantada em verso e proza por renomados poetas e compositores. Eu vou ser bobo de tentar chover no molhado? Claro que não! Todo mundo já sabe que o Rio é a capital do melhor e do pior do Brasil! 

Além do circuito básico e inevitável de praias e afins, estive visitando o Complexo do Alemão. Experimentei o extenso teleférico que corta letárgico, as diversas favelas da região. 

Cheguei a UPP (Unidade de Policia Pacificadora), e conversando com os locais vi uma esperança pungente por dias melhores, ainda que alguns digam que as UPPs são instrumentos meramente políticos, mas quanto a isso não posso discorrer, por ser um simples turista alienado. 

Descansar, trocar universos, conhecer diferenças! Férias são boas por isso. Essas idas e vindas por este Brasil só me fazem crescer... 

Amo minhas raízes, minha terra, meu chão. Não troco meu chimarrão por nenhuma água de coco. Mas que disse que é preciso trocar? Da pra fazer de tudo um pouco e ser muito mais feliz assim!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

AMOR.COM - dá para fazer download do amor verdadeiro?

 


NÃO esqueço a 1ª vez que entrei num chat, foi no começo dos anos 90 e acho que no rádio Beto Barbosa cantava alguma lambada (hehehehe)! Era a internet, praticamente inédita, dando o ar da graça! 

Falar com pessoas de outros estados, quem sabe até de outros países, era um acontecimento memorável! O virtual começou a fazer parte da minha vida e da de milhares de pessoas. De homo sapiens a homo onlinius em poucos Mbps! 

Diziam que esses contatos virtuais acabariam afastando as pessoas umas das outras, e isso aconteceu, só que ao contrário! O mundo virou uma aldeia! 

Nesse contexto nasceram os relacionamentos VIRTUAIS, e também seus derivados mais mundanos! A ‘cassação’ começou a fluir forte no infomar! Hoje, com o advento dos smatphones e aplicativos especialmente desenvolvidos para essa volúpia desenfreada, a solidão se tornou opcional, pelo menos aos informatizados! 

 Eu não acredito muito nessas web-aventuras! Pra mim a química da pele deve ser testada in loco! De que adianta serem completamente compatíveis espiritualmente se na hora do toque não da choque? De que adianta desenharem um futuro lindo juntos, se na hora do beijo não sai faíscas? – AGORA, se der para juntar tudo isso num mesmo pacote... aí é GOL!!

 Tenho uma grande amiga que conheceu seu amantíssimo esposo pela internet (estão juntos e felizaços desde o milênio passado, literalmente). Conhecemos casos de cyberloves de sucesso, não são tão raros. Acredito que muitos conheçam também casos trágicos e cômicos, e esses são bem menos raros ainda! 

Moral da história? A mesma conclusão de sempre: não há regras, não há formulas, não há receitas! Cada caso, cada tentativa, cada aposta, cada momento é singular, é único! Se formos pela letra fria das estatísticas, poderemos ter um bom prognóstico do resultado final, mas e se essa história estiver no desvio padrão? Vale a pena não tentar? 

SIM, sou adepta das amizades virtuais e acho saudável... até certo ponto, afinal tem seus riscos, como tudo, mas é uma maneira mais ágil de conhecer várias pessoas em ‘tempo recorde’. 

Um bom percentual das minhas amizades concebidas pela web tornaram-se reais, e isso aconteceu com meu relacionamento também, meu atual namorado veio por meio de uma rede social! 

Nos adicionamos, trocamos endereços eletrônicos e dentro desse mundo ‘.com’ tornamos as conversas e os ‘bjs’ reais (risos). 

A conversa pela internet facilita a aproximação das pessoas. Quem é tímido aposta nesse meio para conseguir se expressar e vender os seus pensamentos. O que ‘cara a cara’ jamais seria dito, por trás do computador torna qualquer Nerd um perfeito Don Juan. 

Também tem aquele cara que quer sacanear e usa a internet pra aprontar, Mas isso é história para um outro post. 

Antes de me viciar nesse cyber mundo eu não fazia amizades com a mesma facilidade que faço agora. Sou muito mais comunicativa escrevendo do que tendo que conversar pessoalmente. Me intimido com muita facilidade, mas depois que me ambiento...sai de baixo. 

Também não posso deixar de ressaltar os contras de tudo isso, já que também vemos pessoas que se ultrajam e fazem da internet um meio de contato para crimes. Quem nunca ouviu falar sobre ‘fulaninha’ que conheceu um cara bonito, trabalhador, amoroso... marcaram encontro e nunca mais a ‘fulaninha’ apareceu para contar o final da história?! 

A violência, que antes assustava no mundo real, está crescendo rápido também no lado virtual, mas tendo cuidado, sabendo o que está acessando e tentando conhecer ao máximo quem está do outro lado do monitor tudo é válido!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...