quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FÉRIAS PRA QUE TE QUERO!!

 
SIM, o João (Ele Não!) está de férias e eu também já estou na contagem regressiva para as minhas!  Agora ousem imaginar onde ele está... - eu digo - ele está fazendo um tour num Cruzeiro chiquetérrimo.

Estou super curiosa pra saber como está sendo essa experiência e por quantas cidades ele já passou, mas fazer o que, né..quem pode, pode e quem não pode posta comentários no Blog (risos).

Sempre tive medo do alto mar, apesar de ser do signo de Peixes e ter a água como elemento. Penso nas águas turbulentas, no enjôo que sentirei, no pânico de acontecer algo e eu morrer, haja vista que não sei nem boiar, quiçá nadar.

Mas independente do medo eu gostaria de fazer uma viagem dessas. Conhecer novos lugares, fazer novas amizades, aproveitar as festas, a comilança, dormir tarde (ou nem dormir).

Enquanto não crio coragem de navegar, vou me dignando a voar (mesmo com medo de altura). E o meu destino já está certo: férias em Porto Seguro. Já sinto o friozinho na barriga misturar-se com o ar condicionado gélido do avião.

Das muitas coisas que ainda espero fazer junto com o João (Ele Não!) está na lista: viagens, festas e adrenalinas!

Passar as feiras num cruzeiro mega maravilhoso: consulte a CVC;
Mala para levar metade do guarda roupa: R$170 no centro de Porto Alegre.
Ter uma inveja boa e sentir falta de incomodar o melhor amigo: não tem preço.

NÃO há nada como umas férias bem aproveitadas, e para tanto aprendi que uma boa viagem é quase garantia de sucesso.

Escrevo esse post em alto mar. A bordo de um transatlântico, com todas as mordomias possíveis ao meu dispor... desfrutando de merecidas férias!


Há muito tempo namorava a ideia de fazer uma viagem como essas, mas só agora consegui concretizar o desejo. Saí do porto de Santos, já passei por SC, ES, e agora estamos no litoral do RJ, na região de Angra dos Reis, daqui a pouco desembarco para conhecer outra praia, mas antes vim aqui dividir um pouco da experiência.

O Navio Horzion  é realmente surpreendente (eu nunca havia estado num transatlântico antes). O primeiro dia foi de adaptação, pois apesar do luxo espalhado por toda parte e do atendimento especializado, a sensação de claustrofobia nos decks, onde ficam as cabines, é de se esperar. O balanço do mar também deixa quase todos meio “lesados”, mas essas sensações estranhas desparecem logo, em menos de 24hs já está tudo ambientado e é só aproveitar. Por sorte eu não sofri com essa adaptação.

Os shows diários no teatro são muito bem produzidos, o restaurante é de 1ª linha, e se preferir o excesso, os buffets não deixam a desejar. Tudo servido por uma equipe animada, atenciosa e multi (põe multi nisso) nacional.

Eu poderia narrar aqui todas as incontáveis maravilhas de uma viagem como essa (cassino, festas, passeios, bares, cafés...) mas prefiro só estimular a curiosidade... afinal, nunca antes na história desse país uma viagem como essa foi tão acessível a tantos bolsos. Vale muito a pena se organizar e vir conferir!!

Agora os altos falantes nos chamam a desembarcar, deixa eu ir por que já estamos na reta final e não quero perder nenhum minuto dessa semana. 

Até semana que vem, quando eu já estiver em terra firme!

Abração!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ORAI IRMÃOS E IRMÃS...



SIM, desde pequenos somos meio que obrigados a ser batizados na igreja católica e a fazer os rituais de catequese, crisma, confissões e presenças dominicais nas missas.

Com o passar dos anos vamos amadurecendo muitas ideias. Escolhas começam a ser feitas e dentre elas a escolha da religião que, enfim, queremos seguir. As opções são variadas e cada uma com suas crenças, promessas e maneiras de fazer com que as pessoas cheguem cada vez mais perto de Deus.
Confesso que já visitei / freqüentei algumas, mas não tenho uma religião da qual eu me dedique e faça parte assiduamente. Creio em Deus e acho que minhas preces chegam até Ele independente de serem feitas dentro de uma igreja, capela, cultos ou outra forma mais religiosa.

Infelizmente a religião está muito ligada a um pré conceito entre os seus fiéis. Assim como times de futebol e outras coisas do tipo, a religião gera fanatismo e as pessoas defendem sua crença e discriminam/julgam/excomungam as demais. O respeito existe apenas quando se toca no nome do Senhor porque com relação a opção religiosa esse faltou a tempos.

O mais inacreditável é que a maioria das pessoas recorrem a religião quando estão numa fase mais conturbada de suas vidas...Quando perderam o emprego, quando terminaram um relacionamento, quando estão com problemas de saúde...Enfim...Recorrer a crença dá uma certa ‘força’ praqueles que no momento de maior fragilidade se agarram a qualquer mão estendida.

Não farei apologias tão pouco difamarei qualquer religião, mas tenho que frizar que existem religiões provalecidas. Sabem que o cidadão está literalmente na fossa e usam desse momento para garantir vantagens, ou seja, “Deus vai ajudar mediante sua ‘pequena’ c$ntribuiçã$”.

Também tem aquelas que acham que Deus é surdo e gritam o nome do Senhor tão alto que certamente ele se obriga a ouvir. Existem aquelas que trazem o homem amado de volta em 30 dias (desde que ele esteja morando no mesmo bairro que a pessoa hahahaha).

Independente de crença, necessidade ou apenas a busca da palavra de Deus o importante é achar aquela religião que te fará sentir leve; fará com que teus problemas não saiam 100% solucionados, mas vai te dar uma direção mais sensata a seguir; fará com que tu enxergue que o teu problema não é maior que o dos outros, mas que a tua cruz pesa de acordo com o que tu podes suportar.

Busque Deus independente do meio. Saiba chegar até Ele por vontade própria e não por indução.
NÃO. Eu não entendo Deus. Também não tenho a pretensão de querer compreender com minha mente humana e ínfima, os desígnios de um ser que tem uma lógica absurdamente diferente da minha. Já dizia Sto. Agostinho, é como querer por toda a água do mar num buraquinho cavado na areia.

No dia do juízo (que conversa escatológica), terei uma lista de questionamentos bem sérios a fazer para Deus. Ele há de me explicar muitas coisas, e muito bem explicadas, nem adianta vir com essa papo de que ao mesmo tempo é três! Depois ele decide se eu subo ou se desço (será que cabe recurso?)....

Sempre cri em Deus, tenho uma formação basilarmente católica, e isso dentro de toda minha trajetória de vida tem uma importância crucial (trocadilho interessante). Sou um cristão, sou católico e confesso que isso tem seu peso.

Acho possível a doutrina espírita norteada por Allan Kardec, acho forte e instigantes as religiões afro, conheço quase nada do judaísmo e acho negativa a comodidade e flexibilidade do sincretismo ou da chamada ‘nova era’.

Era um fã do Papa João Paulo II. Já levantei muita bandeira em defesa da minha religião, mesmo por que hoje em dia é ‘cool’ achincalhar o catolicismo ou generalizar a pedofilia dos padres. Atentem, concordo que é tardio a posição mais firme do Vaticano quanto a esses padres e essas praticas bestiais!!

Também é trágica a postura da Igreja em relação ao uso da camisinha, em relação aos gays, em relação ao casamento entre portadores de deficiências físicas (que impossibilitem a reprodução). Essas coisas é que devem ser debatidas, conversadas e pensadas. São atitudes anacrônicas que precisam ser revistas, mas com a seriedade que esta instituição milenar precisa. Enquanto isso aguardo a margem.

Até vejo a grande maioria dizendo: - Não preciso de religião, igrejas ou padres, missas ou cultos. Me entendo direto com Deus. Isso é o que importa! – só não acho essa teoria mais cômoda do que perigosa. Não vou me estender, mas desejo menos prepotência a essas pessoas!

Aprendi com as palavras de Jesus a não julgar para não ser julgado, e se Deus é por nós, quem será contra nós?

Até a proxima semana!!
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