ELE NÃO:
NÃO tem como fazer um comentário fidedigno do RIO DE JANEIRO num blog de postagens breves.
Mesmo assim topamos essa árdua tarefa de em poucas linhas fazer um apanhado geral de nossas sensações sobre a afamada Cidade Maravilhosa.
Desisto de não ser repetitivo. Como falar do Rio sem falar das praias deslumbrantes, da natureza pungente, do pão de açúcar, do Cristo Redentor? Não consegui ser original, não preciso ser original, eu estou aqui para ratificar a opinião de milhares de pessoas.
Só não curti o ‘atendimento’ em geral, nos restaurantes, nos taxis, nos botecos... Bah, isso deixou muito a desejar. Inversamente proporcional é a atenção das pessoas nas ruas, essas sim se aproximaram da ideia que eu tinha sobre a receptividade carioca.
Destaque especial: me encantei pela noite displicente da LAPA.
Uma pena é ver tudo isso meio depressa, era só um feriadão! Acabei subaproveitado quase tudo pela falta de tempo, fiquei com a certeza que poderia ter me divertido muito, muito mais na noite, nas praias, nos botecos. Encontrei um Rio muito mais bossa nova do que funkeiro, e gostei disso.Violência? Sei que existe, não sou alienado as noticias, mas sinceramente, não vi nada, não senti o clima tenso, não poderei ajudar nesse quesito. Se era para ser esse o ponto negativo, felizmente passei longe. (Ah! Talvez por que não subi o morro para ver o funk.)
Agora em menos de duas horas cruzando o céu vou estar de volta a minha terra. São maneiras absolutamente diferentes de encarar a vida. Não me arrisco apontar certo ou errado, mas certamente muito diferentes os estilos de viver.
Um balanço final é o esperado, o Rio é mesmo uma CIDADE MARAVILHOSA.
ELA SIM:
SIM, vou cantar incansavelmente que o “Rio é a cidade maravilhosa, cheia de encantos mil...”
E poderia dizer o contrário?
Minha aparição por tal maravilha foi em Janeiro deste ano e digo-lhes que eu não tenho nada a reclamar.
Hospitalidade, carisma, vivacidade, bom humor, excelentes praias e comidas fantásticas (ai que saudade do açaí do Big Bi).Tudo no Rio é propício pra nos fazer perder a noção do tempo.
Passei uma semana tão distante do estress do meu dia a dia que, por muitas vezes, eu esquecia de olhar as horas.
Acordava cedo pra curtir todo o sol que meu corpo pudesse aspirar.
Música ao vivo, comida gostosa e gente bonita (Ziraldo estava comemorando seu aniversario naquela noite).
A cada dia uma descoberta e muitos amigos sendo feitos.
Pão de Açúcar é tão doce quanto o nome.
Praias exuberantes com uma gente bonita de dar inveja.
E o baile funk? Muuuuito bom.
Guardo do Rio todas as pessoas que conheci e que sigo mantendo contato.
Assim como guardo o clima, a simplicidade na maneira das pessoas viverem; os lugares encantadores e cheios de história; o sotaque chiado que me encanta e a saudade de viver tudo isso, de novo.
ATÉ SEMANA QUE VEM!!





